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MEU CADERNO


DIA DAS MÃES

Há uma magia inexorável em torno desse dia. Não por acaso deixei para o último dia para comprar um presente para minha mãe e não vou dividir aqui o que comprei por uma razão óbvia, não estragar a surpresa. Dediquei o tempo do café para observar os filhos, pais, mães que também são filhas e também os que não tem mãe, cujo olhar denuncia o gosto da saudade. O ambiente de um shopping center, naturalmente está longe de ser o espaço de observação dos meus sonhos, mas essa magia que envolve o presságio da magia da efeméride de luz, que de tão especial deveria ser o dia da paz mundial. Dia primeiro os cambau. O Amor de mãe é símbolo de luta, afeto, de garra, doação, entrega, apego e desapego, de sensibilidade e até premonição, enfim, por esses e tantos outros motivos toda essa simbologia contribuiria para que o dia da paz mundial tivesse realmente esse significado. Só as Marias e Terezas, Joanas e Rosas ou Margaridas, Tanias, Kátias, Rosanas Joices, mas só Elas, as mulheres podem dar à luz, gerar vida e talvez essa mágica explique um pouco da mágica de uma mãe sentir no instante, no exato momento em que seu filho bate o carro, ou quebra o pé jogando futebol, ou da filha que sofre assédio no trabalho. Por fim, enquanto o mundo não acolhe minha sugestão de unificação do dia das mães com o dia da paz mundial, façamos desse domingo um dia realmente especial sendo menos beligerantes, mais atentos, aprendendo com as mães o verdadeiro significado da magia do Amor de mãe para lutar pelo direito dos outros mais do que o nosso em cumprimento ao mandamento de amar ao próximo como a si mesmo e façamos isso com a garra das Marias que inspiraram Milton Nascimento, enfim doar mais, entregar mais, sermos melhores como são as mães que ganham salário mínimo ou menos e deixam de ter, de vestir e até de comer para garantir o melhor aos filhos porque Maria Maria é um dom, uma certa magia.
Parabéns a todas as mães e especialmente a minha, dona Sonia Maria.
Grande beijo.



Escrito por andlouro@uol.com.br às 12h37
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pensamento do dia

"Para algumas pessoas temos tanto a dizer, para outras o suficiente e nada para outras. Para as demais, temos o foda-se"



Escrito por andlouro@uol.com.br às 14h44
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AOS MESTRES COM CARINHO

Todos os dias publicamos em redes sociais ou lembramos efemérides que povoam o calendário, datas importantes a serem lembradas, comemoradas, como dia do advogado, do médico, do dentista, do frentista, do padeiro, dia do futebol, do rádio, sei lá. Então assistindo este vídeo, lembrei de meus mestres.

Na verdade todo dia é dia de aprender como aquele primeiro dia de aula, a ler, escrever, conhecer um mundo mágico dos contos e depois o mundo real. Cada dia que passa tenho mais firme a certeza da importância desses tios e tias, professores e professoras, orientadores e até do diretores que nos ensinaram sobre o mundo.

Daí vejo notícias ruins numa página de jornal e na outra vejo que nossos educadores lutam por condições dignas de sobrevivência e na outra vejo manifestações em que professores apanham de militares que, um dia foram seus alunos e a borracha canta porque lutam por salários melhores. Essa não pode ser uma sociedade justa, que tolera diferenças e onde reina a paz. Uma sociedade que não valoriza seus educadores, como essa moça do vídeo, Chen Müller, professora em Israel, aluna de educação especial, cujas palavras nos fazem acreditar no ser humano.

Temos um milhão de Chen Müllers espalhadas, muitas delas bem próximas de nós, mas não valorizamos, nossos governos não as valoriza. Então entendemos porque o mundo não está dando muito certo. Entendemos esse mundo em todas suas desigualdades, em toda intolerância, em todo preconceito e num sentimento que nada pode mudar, mas mudar pode ser muito mais fácil do que imaginamos. O dia 15 de outubro deve ser todo dia. Precisamos valorizar nossos professores e entender que tudo começa ou deveria começar na escola que é o lugar de toda criança e pra onde devemos sempre volta e aprender pra errar menos.



Escrito por andlouro@uol.com.br às 14h20
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ÁGAPE

Juquinha querendo demonstrar aos pais sua fé, pede autorização e faz a oração antes do jantar agradecendo a Deus pela provisão de uma refeição completa, o que faz orgulho na família. O momento de paz, no entanto, dura até a filha caçula perguntar como tinha sido o dia do papai – “Bandido bom é bandido morto”. Disparou o pai. Mamãe, contrariada com a fala não apropriada para o momento o repreendeu e fez-se um silêncio sepulcral. Juquinha não aguentando perguntou quem seria o bandido e imediatamente a mãe, se levanta carregando a menina pela mão, sabendo que o sossego da refeição havia sido violado, não sem antes agradecer, ironicamente, ao marido pela indigestão. O jantar já havia sido arruinado e o pai resolve responder que se tratava de um garoto de cerca de 11 anos que lhe roubara o relógio no trânsito. – Mas o senhor não é contra o aborto porque é a favor da vida desde quando o bebê nem é bebê e quer matar um menino da minha idade porque lhe roubou o relógio, papai? Fez-se silêncio novamente.



Escrito por andlouro@uol.com.br às 14h17
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SÃO PEDRO PADROEIRO DOS PESCADORES E O ANJO GABRIEL

O Compositor Dorival Caymmi escreveu e cantou como ninguém a vida do pescador - “O pescador tem dois amor; Um bem na terra, um bem no mar; O bem de terra é aquela que fica na beira da praia quando a gente sai; O bem de terra é aquela que chora mas faz que não chora quando a gente sai; O bem do mar é o mar, é o mar que carrega com a gente; Pra gente pescar”.

Em outra canção Caymmi vestiu a roupa do pescador e cantou para seu bem que sua jangada sairia pro mar pra trabalhar e que se Deus quisesse voltaria com um peixe bom e que seus companheiros também voltariam e que a Deus do céu iriam agradecer. Em outra, cantou que é doce morrer no mar, nas ondas verdes do mar.

Enquanto ouvia o saudoso mestre pai dessa família Caymmi abençoada, refletia e rezava pelos pescadores ocupantes da embarcação Anjo Gabriel que os levava em número de sete, dos quais três já encontrados sem vida e outros quatro ainda são procurados, nos dando a esperança, que estejam com vida e amparados.

Inevitável não pensar ou pedir ao padroeiro dos pescadores e o fazendo, lembrei que além de Pedro, outros apóstolos também eram pescadores, o caso de André, irmão de Pedro, de João, irmão de Tiago Maior, autor do Evangelho e discípulo de João Batista e de Tiago Maior, como inevitável não recordar da passagem bíblica "Pesca milagrosa", na qual Pedro teria conhecido Jesus quando este lhe pediu que utilizasse uma das suas barcas para pregar à multidão e, Pedro, que estava a lavar redes com Tiago e João, seus sócios, concedeu-lhe o lugar na barca, que foi afastada um pouco da margem.

O Resultado todos conhecem. No final da pregação, Jesus disse a Simão (Pedro) que fosse pescar de novo com as redes em águas mais profundas. Pedro, embora reticente, porque tentara em vão pescar durante toda a noite sem nada conseguir, em atenção ao pedido, foi. E a pescaria foi tamanha que as redes arrebentavam, tendo sido necessária a ajuda da barca de seus sócios, que quase afundava puxando os peixes.

Espantado Pedro teria se prostrado perante Jesus e dito que se afastasse dele porque era um pecador e Jesus encorajou-o, então, a segui-lo, dizendo que o tornaria "pescador de homens".

Jesus o maior pescador de homens teve anunciada sua vinda pelo Arcanjo Gabriel, o Emissário do Senhor, que dá o nome à embarcação que levava os bravos pescadores que enfrentaram o mar revolto e naufragaram, mas certamente não estavam desprotegidos e a esperança permanece pelos que não foram ainda encontrados de estarem bem.

Deus os abençoe e os proteja.



Escrito por andlouro@uol.com.br às 18h07
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Rotular e Retroceder

Os regimes totalitários podem ser de direita ou de esquerda. A história conta os erros onde não há liberdade de expressão. Rotular pessoas ou idéias, sobretudo daquilo que não se conhece, além de enorme engano, traduz desrespeito ao outro e por fim a si mesmo porque é o reconhecimento de sua incapacidade intelectual de ouvir ou entender que te leva a rotular porque a partir daí fica tudo na conta de tua falta de compromisso com a seriedade do debate.

Consigo compreender, embora não concorde com quem defenda um Estado gestor mínimo num sistema onde os meios de produção e as decisões sobre oferta e procura estejam nas mãos de um pequeno grupo para quem são destinados os lucros à custa do trabalho mal assalariado.

Acredito, inclusive que do debate possa surgir a transformação da realidade egoísta do mundo atual para algo melhor e mais justo, onde ninguém seja privado de comer, beber ou vestir, ir ou vir, usar, gozar, frequentar ou qualquer coisa que não imponha limites por razão que seja de cor da pele, orientação sexual, nacionalidade, preferência religiosa etc.

Pena que você já rotulou. Classificou o outro de petralha ou de coxinha e assim impôs o fim do debate. Não há discussão, somente o vociferar de posições à margem da verdade porque a verdade pouco importa.

Todos para a mesma vala. Uns para a vala dos coxinhas e os outros para a vala dos petralhas esquedopatas. A ordem é odiar, daí tudo fica tudo mais fácil para que nada mude e os mesmos continuem dando as cartas. Ricos cada vez mais ricos e não importa como ficaram ricos e pobres cada vez mais pobres também pouco importando qualquer condição que os levou à privação até mesmo do mínimo.

Mas no domingo estamos todos na igreja, até porque quem não frequenta minha igreja não é meu irmão.

Ah Voltaire, seu tratado sobre tolerância não foi compreendido. Quantos iguais protestantes não serão tolerados por católicos ainda? E o contrário? E nossos irmãos de religiões de matrizes africanas? E nossos irmãos espíritas? E todos os outros? E todas as outras formas de desigualdade que cultuamos e somos incapazes como sociedade de expungir?

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Escrito por andlouro@uol.com.br às 14h17
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Aforismando...

Se expressa e só encontra convergência em velhos algozes. Não mudaram eles de lado,  foste tu que pulou  a cerca.



Escrito por andlouro@uol.com.br às 12h23
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PLUGADOS

Todos os dias observo críticas positivas e negativas à existência das redes sociais.

Penso a respeito e observo que as mesmas pessoas que fazem duras críticas ao facebook, o fazem utilizando o próprio espaço virtual do facebook.

Quando menino observava os adultos negando peremptoriamente o fato de assistirem novelas, o que ainda hoje fazem adultos e adolescentes, porque desde sempre se estabeleceu um conceito de que novela é cultura barata e voltada ao público povão, logo, chique mesmo é dizer que não assiste por qualquer motivo, de preferência, que se ocupa com as séries americanas de canal fechado.

Os críticos de antes são os mesmos de hoje. Tudo gira em torno de negar ou de um não querer estar no mesmo lugar que todos ou que a maioria. Gira em torno de querer demonstrar algo especial. No horário da novela, estou na academia, ou leio um livro, ou só entro no facebook para ver as atualizações uma vez por dia e responder recados etc tal.

A internet surgiu e é inevitável a globalização e a derrubada das fronteiras. Com as redes sociais o mundo está plugado em tempo real. Nada mais se esconde. A tendência de se acabar com as impunidades se mostra regra matemática e próxiam de solução. A exposição de tudo e de todos e a todo momento traduz realidade, por vezes dura, mas um fato.

Traições são descobertas e expostas antes mesmo dos envolvidos se preocuparem com encobertar. As sombras onde se escondiam ou ainda se escondem infratores, passo a passo são iluminadas. A escola se tornou um ambiente vigiado onde os pais observam seus filhos ininterruptamente com a justa e presente preocupação com a segurança de suas crias, mas apesar do festejar, existe um zona de desconforto com o fato de todos serem ou estarem expostos à tal luz “full time”.

Com toda essa exposição, muitas vezes não se tem mais espaço ou se abre mão do espaço para o contato pessoal e todos passam o tempo todo plugados, ainda que neguem, plugados e vigiando e sendo vigiados.

Esse novo ser humano plugado demonstra uma neessidade de expor opinião e mostrar conhecimento sobre todos os fatos e com isso rivalizar e debate e formar fóruns de discussão, o que obviamente, além de chato, deturpa, desvia foco e atrapalha muitas conversas, muitas amizades e quase todos relacionamentos. Via de regra os fatos são os fatos e as pessoas formam suas próprias opiniões ou deveriam formar por si mesmas. Vejam:

·         Morre adolescente na estrada vítima de bandidos

·         Adolescente é estuprada por mais de 30 homens

·         etc

A convergência em torno da necessidade de impedir novos crimes de tais naturezas deveria unir as pessoas e não rivalizar e cada qual formar uma tese e lutar pela vitória da opinião, não mais da luta contra um fato presumivelmente condenável ao olhar do homem médio. Abandona-se o fato em desfavor do comportamento deliquente ou a onda de criminalidade em favor da vitória da tese formada, da opinião dada.

O cerne da preocupação é desviado em algum momento e o plugadão passa a sentir-se obrigado a formar conceitos, firmar análises a fim de ser protagonista nesse espaço comum, na praça virtual.



Escrito por andlouro@uol.com.br às 16h21
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Despedida

 

Chuva cai sem parar

Rocio a lavar corações

Desatados florescem paixões

Que o bom da vida é amar

 

Viver de amar imbecil

Amor que passa nem vemos

Sentimento viril e ameno

Atordoa, amordaça, vadio.

 

Amor só de uma noite

Dias, semana, não mais

O sonho termina fugaz

 

Regozijo, pranto, aceite

Tudo outra vez findado

Triste amor fulminado

 

Puro deleite escrever

Garras unidas a esculpir

Tempo passa sem ver

Forte acabado a ruir

 

Embusteiros versos que dou

Enquanto provo do fel

Lábios e língua, tudo secou

Saudade... de todo mel

 

Tua flor, a mais saborosa

Provar da centelha divina

Agora nem és minha mina

 

Quando passa não vê

Desvio caminho e olhar

Enfim, pra sempre te amar

 



Escrito por andlouro@uol.com.br às 15h06
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Bela, Recatada, Do lar

Desde cedo, a mais bela
Recatada, Miss Paulínia
Num golpe casou-se Marcela
Do lar, a primeira dama Lavínia


Escrito por andlouro@uol.com.br às 16h55
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Belafornication

Essência bruta, Estrela nua

Formalismo concreto desnuda

Padrões e coisas rejeita

Faz vontade, não pensa

Conduz, me pula e deita

Que julguem, é densa

Somos e temos

Abstrato e concreto

Curtimos, nem vemos

Aqui papo reto

Revela não menos

Ama e cede à paixão

Sua sede é louca

Grita, goza e pede a mão

Retorce e urra voz rouca

Sensível, amável, viva, tesão

Vive o prazer e quer dar

Prazer por prazer

Amar por amar

Sem enrolar, sem clichês

De hipocrisia pau-mole

Que bate em Chico e beija Jabor

Ela é Rita que Lee, que vi e vivi.

Ovelha Negra você.

 



Escrito por andlouro@uol.com.br às 16h06
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Dolores

Doc, romântico incorrigível, do tipo que manda flores abre a porta do carro e tudo mais, gostava de dizer que era o cara de uma noite, uma semana, quem sabe. Depois disso não há amor. O amor não resiste à rotina. O arsenal cafajeste só não tinha antídoto contra o veneno de Dolores. Surgia e seu mundo ruía. Todos conceitos derrubados, qual faz a onda aos castelinhos de areia à beira mar. Ah Dolores, mulher cruel que o amava quando rejeitada. Então, se dedicava, seduzia até conseguir novamente atenção. Festejavam, gozavam aos montes e faziam planos para o futuro. E, desaparecia sem deixar bilhete. Doc retornava aos cigarros, uísques e as mulheres que realmente lhe amava e era amado, ainda que por uma noite.



Escrito por andlouro@uol.com.br às 15h39
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HIPÓCRITAS

Bradam à verdade, à ética, à moral,

Opressores reclamam razão,

Vitória do bem contra o mal,

Rogam à Deus homens de reação.

 

Virtuoso não há se furtar,

Família a quem aclamar,

Árdua batalha contra o mal,

Despirá jamais de seu avental.

 

No compasso vai trabalhar,

Não lhe basta força à mão,

Aliar técnica em perfeição.

 

Régua e esquadro à mão,

Ângulo reto orienta as ações,

Instrumentos de vencer as paixões.

 

 

 

Segunda-feira, 19 de Setembro de 2005.



Escrito por andlouro@uol.com.br às 15h50
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VELHAS ESTÓRIAS

Pequeno gafanhoto meditava ao norte das cordilheiras quando se deparou com um filhote de tigre faminto ao lado da mãe morta. Levou-o para a tribo, tendo sido aconselhado pelo Velho Mestre para cuidar e devolver ao habitat. Pequeno gafanhoto lhe deu nome de Golp cujo nome não tem tradução para o português. Golp é Golp. O filhote de tigre tomava tamanho e como não poderia ter um tigre na tribo, meditou, meditou e meditou 3 dias e concluiu que não existem tigres rosas. Então o pintou. E, muitos até se convenceram que sendo aquele belo animal cor de rosa, seria impossível que fosse um tigre. Ainda que garras de tigre tivesse, ainda que dentes de tigre tivesse, tamanho de tigre, ronco de tigre, fome de tigre, mas sendo rosa não era tigre. Outros não convencidos, tentavam, ainda que sem êxito, considerar que era um absurdo, primeiro que o jovem dicípulo havia se tornado grande mentiroso e enganado a todos, mas pricipalmente que os demais não enxergassem que mesmo pintado de rosa era um tigre e se tratava do pequeno Golp, agora crescido. Com a divisão da tribo, Pequeno gafanhoto foi chamado pelo Velho Mestre a se explicar e antes que desse continuidade em sua estória mirabolante, o ancião disse que meditasse por outros 3 dias sobre os acontecimentos em sua companhia. Ao fim do período de meditação e tendo confessado seu crime, seus desvios e tendo se mostrado arrependido, o Velho Mestre apenas disse que devolvesse o animal ao habitat natural com a devida adaptação. Ao retornar, ainda carregava a dúvida em relação aos que não acreditaram em sua história. OVelho Mestre calmamente e com leve meneio de cabeça esclareceu que mesmo rosa, ou pintado de qualquer outra cor ou cores, o tigre jamais havia deixado de ser tigre e que refletisse em relação aos outros, aos que se deixaram enganar pela comodidade de não ter que pensar com clareza na única explicação razoável. Por fim, insistiu seu Velho Mestre, esqueça de Golp. É um tigre e, doravante selvagem. Por isso, jamais o procure novamente. Tenha cuidado com Golp!



Escrito por andlouro@uol.com.br às 19h12
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OBRIGADO TRAÍRA

ELA

QUE DE LASTIMAR

QUE NÃO TEM BEM QUERER

QUE NÃO TEM REDIMIR

QUE SÓ TEM ESTUPOR

QUE NÃO TEM UM GLAMOUR

QUE SÓ PRA RIMAR

CONJUGO DE A ATÉ U

INGRATIDÃO

DE QUEM NÃO ESPERAVA

NEM DE ONDE TU VINHAS

VAI TOMAR NO TEU CÚ

 



Escrito por andlouro@uol.com.br às 17h51
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